Aqueles Que Te Celebram

Eu nunca mais vou esquecer essas frases:  “Ande com aqueles que te celebram. Celebre aqueles que te celebram!”  – Joel Osteen 

Existe época em que você quer quantidade… que você é jovem e quanto mais amigos melhor. Existe época em que você cresce, amadurece e o que importa é a qualidade. 

Esse amadurecimento só chegou pra mim depois que tive os meus filhos. Eu sempre digo que a maternidade me mudou, e esse é mais um post sobre isso. Antes de ter filhos, acho que eu era egoista o suficiente para somente desejar a quantidade de qualquer coisa, como por exemplo: amigos, bolsas, sapatos, roupas, móveis, viagens, etc. Até então, na vida de casada a nossa maior preocupação era aonde íamos jantar num sábado à noite (era feliz e não sabia!!! ) !!! 

Eu achava que ser mãe começava ao engravidar… talvez tenha acontecido com alguma mãe que você conheça, mas não aconteceu comigo. A minha maternidade começou mesmo quando eu fiquei sozinha com o Noah, com 5 meses, pela primeira vez. Ali eu me vi completamente responsável pelo futuro e crescimento desse rapazinho lindo e calminho, que não queria dormir na parte de tarde e não demonstrava muito afeto por mim e sim pelo pai. 

Mas por que estou falando isso? Então, nessa mesma época eu me senti muito sozinha. Eu me perguntava cadê todos que vieram visitar o recém-nascido? Cadê todos que ficaram felizes por mim? Cadê todo mundo? Foi ali também que aprendi a valorizar a quantidade. Porque do que vale conhecer a todos se quando você precisa, não tem ninguém? 

Não me leve a mal, não estou julgando ou reclamando, mas estou explicando o valor de ter perto de você aqueles que te Celebram, ou seja, aqueles que te amam apesar de conhecer as sua falhas; aqueles que estão com você no emocional, mas não necessariamente no físico. 

Foi então, em um Domingo pela manhã, numa pregação pela televisão que o Joel Osteem foi usado por Deus para falar ao meu coração, de que eu deveria passar tempo com aqueles que me celebram, porque são esses que vão tornar a minha caminhada mais leve. A maternidade às vezes é um pouco solitária, mas não quer dizer que você deva passar por tudo sozinha. 

Se você já é mãe, tente eliminar aquelas pessoas que te deixam irritada, chateada ou com baixa-auto estima. Ao invés passe tempo com aqueles que celebram você e que genuinamente se importam com você. Talvez essa pessoa que te deixa alegre não é seja mãe, mas as piadas dela vai te dar a energia que você precisa para trocar a próxima fralda suja de caquinha! Talvez o simples olhar dessa pessoa vai diminuir a sua ansiedade para dar o próximo passo. Talvez as 3 amigas que você tem vai te fazer sentir como uma adolescente de novo. É disso que você precisa! E quem sabe não seja hora de fazer novas amizades? 

Enfim, não é preciso ser mãe pra saber que qualidade vai sempre ser melhor que quantidade, certo? Comigo chegou um pouco mais tarde… meu marido sempre diz que sou devagar pra tudo!! 😩 

Mas quero te lembrar que não importa em que época você esteja vivendo, seja você solteira, casada, mãe, tia ou filha; a vida é muito curta pra passar tempo com aqueles que te deixam triste! É hora de andar com aqueles que te celebram, e você vai ver que vai ficar mais fácil enfrentar os desafios daquela semana cansativa!! 

Com amor,

Camila 
Obs: adoro ler os seus comentários e os “likes” no meu blog. 

Só vejo Amor

noah-olivia-photoshootOi!!! Feliz Natal, Feliz Ano Novo e Bom Carnaval!!! Esses foram todos feriados que perdi desde que escrevi o meu último post!! De agora em diante vou fazer o máximo para fazer postagens em inglês e português… com isso, seja bem-vinda ao meu primeiro post em Português de 2017!! Uhuuu!!!

Pois então, nesse post gostaria de abordar como foi o meu 2016 e falar resumidamente (eu desconheço a palavra resumo, confesso não ser muito boa nisso) de como eu me senti amada no ano passado. Apesar de 2016 ter sido um ano mundialmente “pesado”, onde tivemos crises políticas internacionais e nacionais, celebridades indo embora muito cedo, milhares de refugiados fugindo de guerra civil, violência aumentando no Brasil e etc; o meu ano de 2016 foi onde Deus demonstrou o amor dele para comigo e minha família.

Foram muitas as formas em que me senti amada. Mas antes de explicar como me senti, preciso dar uma pequena recapitulada em 2015. Em 2015 eu estava vivendo o àpice da minha luta contra a depressã pós-parto, eu me sentia sozinha e isolada, o meu casamento estava super estremecido devido às novas dinâmicas familiares, os meus filhos ainda estavam muito pequenos e a demanda se multiplicava a cada dia, enfim, eram muitos os fotores que não contribuíam para o meu bem-estar!  Por isso em 2016, eu entrei o ano colocando para Deus que eu queria deixar para trás tudo e todos que não me faziam bem para que eu pudesse viver uma “vida nova” e curada das feridas interiores.

Meninas! Não é que Deus escutou a minha oração?!! Pra começar em 2016, eu e minha família nos mudamos logo em Janeiro para o estado da Califórnia! Me diz se isso já não é Deus agindo a meu favor?! A partir de Janeiro foram muitas mudanças acontecendo tão rápido que eu quase não consegui “dar conta” de tudo que estava acontecendo comigo!

De Janeiro a Abril, eu conheci pessoas novas, achamos uma igreja para congregar, as crianças ja tinham amiguinhos para brincar, eu e as crianças nos familiarizamos com os parque e playgrounds perto de nós, as crianças se adaptaram na creche (o que foi divino), e o marido feliz por morar 10 minutos longe do trabalho!

Agora, para exemplificar o amor de Deus Para comigo em 2016, vou focar em 4 eventos que fizeram muita diferença na minha vida! Aqui são eles:

1- Southbay Church. Esse é o nome da igreja que estamos congregando.  Desde que chegamos na Califórnia, a nossa prioridade era achar uma igreja pra nossa família. Visitamos várias igrejas desde o primeiro Domingo que chegamos, mas nenhuma delas Deus falou conosco da maneira que ele fez na Southbay. Essa igreja têm nos abençoado tremendamente através dos pastores, líderes, ministérios e as pessoas que ali congregam. Através dessa igreja Deus tem curado as minhas feridas e nos demonstrado amor, carinho, humildade e alegria. Sem duvida, estar fazendo parte dessa igreja me faz sentir Amada!

2- Refresh. Esse é o nome do grupo de mães da minha igreja que se encontram 3 vezes por mês. No primeiro dia de visita a Southbay, uma mãe me convidou para participar desse grupo e esse grupo fez toda a diferença no meu primeiro ano na California. As mães desse grupo me abraçaram de uma forma sem igual. Nesse grupo aprendi a me julgar menos e me amar mais. Nesse grupo conheci mulheres cristãs em que o único objetivo era amar a Deus e ajudar umas as outras. Eu lembro que uma das palestras foi sobre Depressao pos-parto. Nossa, so sei que quanto mais eu chorava escutando uma mãe compartilhar o que ela passou, mas eu agradecia a Deus por ter me dado a oportunidade de escutar aquele testemunho naquela hora, naquele dia e naquele lugar!  Esse grupo de mulheres me fez me sentir Amada.

3- Target. Se voce mora no Brasil, acho que voce ja ouviu falar da loja Target, se nao, faz um Google que voce vai saber que loja é essa. Então, a Target foi o meu primeiro trabalho desde que o Noah nasceu, ou seja, em 3 anos. Meninas, voces nao têm noção do quanto esse trabalho foi benção na minha vida! Pela primeira vez em 3 anos descobri que eu posso fazer outra coisa alem de trocar fraldas, dar mama e cuidar de crianças!!!! Voce pode ate rir ou achar lógico, mas a verdade é que depois que voce se torna mãe em tempo integral, a sua auto-estima vai lá em baixo e você perde a sua identidade. Pelo menos aconteceu comigo! Trabalhei na Target por 4 meses, e foram os melhores meses da minha vida desde que tive filhos!! Era maravilhoso conhecer pessoas novas, resolver problemas para ajudar os outros, sair de casa, me arrumar, redescobrir o meu potencial e finalmente me sentir útil além de ser mãe. Enfim, me senti super Amada!

4- A visita dos meus pais. Se voce me conhece sabe que eu e meus pais somos suuuper grudados! Parece até meio sem-noção, mas somos assim! Os meus pais vieram nos visitar no final do ano e pararam a vida deles por 2 meses só para nos servir. Eles chegaram na melhor hora possível. As crianças receberam eles com braços abertos como se não tivessem visto eles ha quase 1 ano, foi como se nada houvesse mudado. Durante o tempo deles aqui eu tive companhia enquanto o marido trabalhava, eu tive a comidinha gostosa da minha mãe para a janta da semana, eu tive as piadas do meu pai para alegrar as crianças, eu tive tudo e mais um pouco. As crianças agora nao param de falar que querem ir ao Brasil na casa da vovó e do vovô! Mal sabem eles que quem quer ir mesmo sou eu!! 🙂 Enfim, a visita dos meus pais foi fechar e entrar o final do Ano com esperança e agradecimento por tudo que Deus fez em minha vida. Eu me senti Amada!

Meninas, desejo a vocês um 2017 cheio de surpresas gostosas para vocês degustarem! Que esse ano o amor prevaleça em cada decisão que voce tomar e que você leve Amor aonde não existe.

Pra finalizar… me conte um evento/momento em que voce se sentiu amada?

Com Amor,

Camila

Love Is All I See

 

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Hiiiiiiii everyone!!!! Happy Thanksgiving, Merry Christmas, Happy New and Happy Valentine’s Day!!!!! As you can see, those were all the holidays I missed since my last post!!! But, hey, here I am and ready to launch my very first post of 2017!!!

For this first post I would like to share with in a quick summary ( I promise I’ll do my best to no write too much) on my year of 2016. Although many people would like to scratch last year form their memories/pages, I instead, cant say the same…

My 2016 was filled with lovely surprises and events happening in the speed of the light! It was filled with uncertainty and the same time full of hope. It was filled with scars from the past and healing from the present. It was filled with old faces saying ‘hello’ and new faces saying ‘I love you’! To summarize it: I felt loved!!

I’ll tell you why I felt loved in 2016.  Although 2016 was the year the world turned upside down with wars, sudden celebrity deaths, politics’ ‘shenanigans’, hate spread, natural disasters, etc; my family and I experienced love from God and people in a very special way.

Let me take you back to 2015 so you can better understand my 2016. In 2015 I was at the peek of my battle with postpartum depression  (read my previous post), my babies were “2 under 2”, my parenthood was still being established, marriage was shaken by all the changes in our dynamics, I didn’t have any emotional support group outside of my family,  husband was unsatisfied professionally, and many other things going on. Therefore, I entered 2016 with my heart full of hope and wishes for a more balanced 2016.

Year 2016 arrives and my family and I move cross country to a new place, new environment, new, scene, new era, new aroma, new pollen (Claritin and Sudafed are my bffs) and new everything. Hey, that is positive, right? New year, new place sounds great to me!! Aaaaaand it was!! I’ll tell you this: Meeting new people and leaving others behind (not all, but some) gave me a new chance to start all over again!! Gave me a new chance to feel loved when I thought love was gone; gave me a new chance to love others when I thought I had fallen out of love towards people; gave me a new chance to discover there is life away from comfort zone and is good!!

We moved to California on January of 2016, by beginning April we had become members of a church, my kids were well adapted to an amazing family daycare, I was part of 4 different social/hangout groups, and life became so busy I barely had time to keep up with everyday changes and new discoveries. Without knowing, 2016 would be the year that God would heal my emotional wounds from the past, gift me with hope for a better present. I’m so tempted to bullet point everything that made me feel loved in 2016, but I’ll select 4 major moments that impacted me the most.

1- Southbay Church! The church my family and I are serving was truly God sent. We were “church shopping” since we arrived, but in none God spoke to us as much as He did in our current church. Since the very first service God used the pastors and people to teach us on humility, love, grace, mercy, joy, hope and Jesus!! I am beyond thankful that God presented us with this church.

2- Refresh! That was the name of a group for moms in my church who also welcomed every mom who wanted to participate. My gosh, how awesome was to be part of that group! The first time I attended I had not known anyone!! On my very first meeting I was already crying my eyes out because those women embraced me as if they had known me forever!!! I felt as if their eyes were actually noticing me, and their hearts were telling: “Everything will be ok, we are here for you!!” Do you know what that means when you are a mom? It means you are not alone on your everyday battle raising your children when sometimes (most of the times) you have no idea what you are doing!!! So, yeah I need that! Olivia was 1.5 and Noah was 2.5, so I need that emotional support!! From that group I learned to be less judgmental on my motherhood, remember that God still loves me if I fail, meet awesome moms who later became my friends and to thank God for being a mom.

3- Target! Guys, I started working for Target in 2016! That was my first job since 2012 when I got pregnant with my firstborn. Working at Target opened the doors for a new me. For so long I thought that I was only good on changing diapers, preparing baby formula, and giving birth. Being a mother full-time for 3 years was a privilege, but it also created lies into my head that I couldn’t be anybody else but a mom. Plus, which mom wouldn’t LOVE to work at a place you go ALL the time fro fun?? So, for 4 months I worked at happily at Target, met new people, received kind compliments from customers, exercised my skills on helping others, drank my everyday Frappuccino from Starbucks, and overall I felt loved by God to be given an opportunity to get out of the house! 🙂

4- My parents! If you know me, you know I am super glued to my parents! But in 2016 they exceeded their limits of being awesome! They were beyond amazing when they came over to visit us for the Holidays last year. To begin with, they literally put their lives on hold for 2 months to come to California to serve and love their grandchildren! For 2 months they cooked for us, cared for us, cleaned for us, entertained us, prayed for us, and loved us unconditionally! Their love for me and my family, taught me to be a better a person. The way they love Noah and Olivia drives Noah to draw our family including Vov’o e Vov^o (grandpa and grandma in Portuguese), true story! I mean, I could go on and on trying to describe how awesome it is to have them here with us, but I will resume to one word: Love.

I’m telling you, love is a powerful thing that make others feel better, brings healing to the soul, brightens somebody’s day and fills the room with positive vibe!! I hope those 4 events in my life could describe a little bit of what Love felt like in my life in 2016. I learned so much about myself in 2016 that I am really excited to apply all that learning in 2017. Now, it’s your turn to tell me what makes you feel Loved!!

Love,

Camila

 

 

 

Depressao Pos Parto! Eu tive…

Bom, a pedidos, estarei escrevendo alguns posts em português também. Resolvi escolher esse post como o meu primeiro em português porque acho que o assunto de depressao pos parto é pouco divulgado no Brasil… Então senta que lá vem história!

A 1 mês atrás li uma matéria sobre uma recem- mãe muito amorosa, amiga de todos, esposa de militar, amada por amigos e familiares; cometeu suicidio após sofrer, em silêncio, de depressao pos parto. A filinha dela tinha somente alguns meses quando a mamãe dela tirou sua própria vida pelo simples fato de não falar pra alguém de que algo com ela não ia bem.

Essa reportagem mexeu muito comigo porque eu me vi sendo essa mulher. 😦 Pela graça e misericórdia de Deus eu nao consegui tirar a minha vida, mas por duas vezes o ataque de pânico que tive foi tão grande que pedi a Deus para que Ele tirasse a minha vida, pois na minha cabeça eu já não estava mais conseguindo conviver com tamanha depressao-ansiedade e sem vontade de viver.

Vou ser mais explícita: numa ida para igreja num domingo, após uma discussão no carro, eu pedi o meu marido para estacionar o carro no acostamento porque eu precisava respirar… Eu abri a porta do carro e claramente me fantasiei me jogando entre os carros que passavam na pista. Eu andava de um lado para o outro dizendo: Deus eu não aguento mais, tira a minha vida agora! 😦

Nesse episódio eu já havia tido o Noah e a Olivia tinha mais ou menos 2 meses.

O pior disso tudo é que nem eu, nem meu marido e nem minha família sabiam que eu estava passando por DPP (depressao pos parto). Eu achava que as pessoas ao meu redor me irritavam, o meu marido achava que eu já tinha ficado maluca depois de ter duas gravidez uma atrás da outra e minha mãe achava que eu estava nervosa.

A verdade foi que eu me auto-diagnostiquei depois que fui numa consulta ginecológica e li num flyer do banheiro que dizia: “A maior causa de mortes entre as mulheres ‘e a depressao. Converse com seu médico hoje sobre isso.” Naquele momento acendeu uma luz na minha cabeça e me toquei de que era isso. No mesmo dia falei com meu médico, ele me indicou um consultório de terapia e dali em diante ficou mais claro pra mim de que o estado mental em que eu me encontrava iria melhorar.

Na matéria em que eu li, uma das melhores amigas da mãe falava que ela era uma das pessoas mais feliz, alegre e sorridente e ela jamais imaginaria que amiga dela poderia estar sofrendo de DPP pois ela nunca demonstrou dor.  Essa depoimento me emocionou demais. Eu lembro que para as pessoas eu falava que estava tudo bem… Eu sorria, mas por dentro eu precisava escutar alguém me dizendo que tudo iria ficar bem… Na minha cabeça eu não via muita alegria em ter 2 filhos pequenos para eu cuidar…

Aqui nos Estados Unidos, não existe o estilo de vida de você ter empregada, ou diarista, ou cozinheira, ou faxineira. Aqui a maioria das mulheres que passam a ser mae, vão morar perto dos pais para ter alguma ajuda, ou fazem tudo sozinha na cara e na coragem.  A ideia d’eu ter que fazer tudo sozinha e acima de tudo lembrar que eu existia, me dava ansiedade e ataque de pânico frequente!

O coitado do meu marido já perdeu a conta de quantas vezes eu pedi para me separar dele enquanto eu sofria de depressao pos parto!! Hoje eu e ele rimos disso, mas na época não era nada engraçado! Eu estava convencida que ele era o culpado da minha infelicidade.

Para resumir um pouco… Eu finalmente comecei a me sentir melhor dessa nuvem chamada depressao-pós-parto 2 anos depois de ter o meu primeiro filho, ou seja… 1 ano depois de ter Olivia… Ou seja, final de 2015  foi quando eu finalmente me senti mais aliviada da dor que foi essa depressao.

O meu objetivo de dividir a minha história com vocês ‘e por alguns motivos:

1- Depressao pos parto pode acontecer com qualquer mulher… Seja ela rica, pobre, casada, nova, evangélica, sorridente, magra, gostosa… Etc.

2- Se você conhece alguma recem-mãe, pergunte a ela como ela se sente. Procure saber dela, se ela está se sentido sozinha ou “nervosa” ou desmotivada. Não só ofereça ajuda, mas seja a ajuda que essa mãe precisa, nem que você vá na casa dela para que você olhe o bebê enquanto ela toma banho, mas ajude.

3- Não julgue o livro pela capa. Muitas vezes parece que a mãe não liga para o filho ou que ela não ‘é uma mãe igual a você… Aí você julga… Mas antes de julga-lá tente descobrir o “porqu^e ” das ações dela…

4- Se você acredita em Deus, igual a mim, ore pela mãe que acabou de ter filho. Peça a Deus que Ele dê forças, clareza, calma, paciência e muito amor pra essa mulher que gerou uma vida dentro dela por 9 meses.

5- se você conhece uma mulher que teve um aborto espontâneo. Ela também tem tedencia a sofre de Depressao por parto.

Enfim, espero que ao ler esse post, eu possa ter esclarecido alguns “Tabus” sobre Depressao Pos Parto e também ter transmitido esperança para alguma mãe que porventura estava passando por isso. Se sinta livre para deixar o seu comentário, ou perguntas sobre o assunto, vou adorar te responder!

Love,

Camila

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